Oficinas de arte da ONG Nosso Olhar oferecem um espaço de inclusão e descoberta para crianças com deficiência intelectual e ocultas e em vulnerabilidade social

A arte na vida de crianças e jovens, seja qual for sua condição, é fundamental. As oficinas de arte gratuitas oferecidas pela ONG Nosso Olhar se destacam como espaços de inclusão e descoberta, abrindo suas portas para crianças de diversas origens.

A inclusão desempenha um papel crucial na construção de uma sociedade diversificada e empática, e a arte é uma linguagem universal que transcende barreiras, unindo pessoas das mais variadas idades e estratos sociais. Todas as crianças merecem igualdade de acesso a oportunidades de enriquecimento cultural e desenvolvimento pessoal. Independentemente das habilidades individuais, a arte estimula a criatividade, fomenta a expressão e a comunicação.

A ONG Nosso Olhar se destaca ao proporcionar oficinas de arte gratuitas que quebram barreiras e criam um ambiente acolhedor para crianças e jovens, seja qual for a condição, incluindo aquelas com deficiência social e ocultas. A fundadora da organização, Thaissa Alvarenga, enfatiza que a arte oferece uma maneira única de explorar o mundo e compartilhar experiências, permitindo que as crianças se expressem de forma autêntica. “Para as crianças e jovens com Deficiência Intelectual (PCDI), a arte desempenha um papel ainda mais significativo, pois ajuda a superar barreiras, sejam elas físicas ou emocionais, permitindo que compartilhem suas perspectivas únicas com o mundo e promovam a compreensão mútua e a empatia”, afirma.

As oficinas de arte da ONG não se restringem apenas à transmissão de conhecimento técnico. Elas representam uma jornada de descoberta, na qual crianças de todas as origens podem explorar sua criatividade e expressão. As disciplinas oferecidas são variadas, abrangendo desde pintura até teatro, música e artesanato, proporcionando uma ampla gama de opções para os participantes. O ambiente é caracterizado pelo apoio, compreensão e celebração da diversidade, onde as diferenças são valorizadas. As equipes de instrutores, lideradas pelo experiente dramaturgo e ator Kleber Di Lazzare, são capacitadas não apenas para transmitir conhecimento, mas também para adaptar suas abordagens de acordo com as necessidades individuais de cada participante.

Esse trabalho é viabilizado pelo patrocínio de Syn Prop Tech, Shopping Cidade São Paulo, Tegra Incorporadora, Cushman & Wakefield Consultoria Imobiliária, Direcional, Manager Gestão Condominial, Instant Copy e tem o apoio de empresas como Cyrela, Cury Incorporadora e Construtora, Plano&Plano e PopulisRH.

“As oficinas oferecem a todas as crianças, independentemente de suas habilidades ou contexto social, um espaço para se expressar, criar e aprender. Além disso, promovem habilidades sociais essenciais, como interação, trabalho em equipe e construção de amizades”, afirma Thaissa.

A inclusão da arte nas vidas de crianças e jovens, independentemente de sua condição, é um investimento no futuro. “Por meio da criatividade e da expressão, as crianças aprendem a abraçar a riqueza da diversidade e a se conectar de maneira significativa com os outros. A arte atua como uma ponte para um mundo mais inclusivo, onde todos têm a oportunidade de florescer e compartilhar suas histórias únicas”, conclui.

Todas as atividades ocorrem no Espaço RedeT21, localizado na Rua Eden, número 352, na Vila Inah, São Paulo. Para obter mais informações e se inscrever, os interessados podem entrar em contato pelo telefone (11) 98299-6549.

Sobre a ONG Nosso Olhar

O embrião da Nosso Olhar foi um blog que surgiu com a chegada do Chico, em 2016. Chico nasceu com síndrome de Down (Trissomia21). A mãe, Thaissa Alvarenga, começou a escrever o blog e o projeto foi evoluindo até a criação da Nosso Olhar, em 2018. Hoje, a instituição tem mais de sete projetos, todos voltados para educação, esporte, cultura, sensibilização e conscientização. Thaissa Alvarenga colabora com a coluna da Mariana Kotscho, no UOL.

 

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A ponte Rio Grande, que passa sobre o rio de mesmo nome, será totalmente interditada na noite desta quinta-feira (5/2), após apresentar trincas em um dos pilares da estrutura. A ponte liga a cidade de Conceição das Alagoas, em Minas Gerais, a Miguelópolis, no interior de São Paulo. O Departamento de Estradas de Rodagem (DER) de Minas Gerais já havia determinado que apenas veículos de até quatro toneladas poderiam circular pela ponte, mas, após uma nova vistoria, realizada nessa quarta-feira (4/2), o departamento determinou a interdição total. A ponte é considerada um importante elo de ligação entre a Rodovia MG-427 e o estado de São Paulo, garantindo acesso a municípios do interior paulista, como Barretos. Uma das opções de desvio para os motoristas que usam o trajeto é seguir pela MG-427 até a cidade de Planura, depois acessar a BR-364 – que passa a se chamar SP-326 quando muda de estado, seguir até Barretos e, de lá, continuar pela SP-25 até a cidade de Guaíra. Outra rota alternativa é pela MG-427, no sentido de Uberaba, depois seguir pela BR-050 até a cidade de Delta e, ao atravessar a divisa entre Minas Gerais e São Paulo, continuar pela SP-330 em direção a Ituverava e, de lá, acessar a SP-385 até Miguelópolis. Segundo profissionais envolvidos na análise da ponte, as dimensões das trincas identificadas “comprometem a segurança dos usuários”. “O DER-MG está em contato com o Departamento Rodoviário de São Paulo com o objetivo de viabilizar ações para recuperação da estrutura, possibilitando a retomada da circulação de veículos no local”, diz o comunicado. Não há previsão para a retomada do tráfego na via. Enquanto isso, o departamento de estradas mineiro orienta que os motoristas respeitem “rigorosamente” a interdição e a sinalização instalada no local.