Mateus Isaac e Bruna Martinelli são os campeões da fórmula IQFoil

O Município de Maragogi, pertencente à microrregião do litoral norte alagoano, foi palco de um dos mais prestigiados Festivais de Velas das Américas. A segunda edição do evento ocorreu de 25 a 29 de novembro e contou com a participação de 200 competidores brasileiros, latinos e europeus. As modalidades deste ano foram: Fórmula Windsurf, Fórmula Foil, IQFoil, KiteSurf, Raceboar, WingFoil, Slalon e Jangadas a Vela

A organização do Festival surpreendeu nesta segunda edição. Além de oferecer infraestrutura profissional aos atletas, suporte e monitoramento técnico full time, o evento ofereceu atividades esportivas, recreativas e educativas para o público local, infantil e visitantes, além de shows e prêmios em dinheiro. Entre os prêmios mais esperados está o destinado aos Jangadeiros locais.

“Nossa intenção, em criar essa categoria, foi para chamar a atenção para a prática da Vela entre os Caiçaras e comprovar que ela é a opção ideal e sustentável para os Jangadeiros. Principalmente porque a Vela permite muitas modalidades esportivas e dispensa motores elétricos. A região possui sete piscinas naturais que poderiam ser, também, exploradas por Velas. Por isso criamos essa categoria, para chamar a atenção dos Jangadeiros sobre esse retorno às origens. Fornecemos as velas e os vencedores recebem prêmio em dinheiro”, explica Marcelo Lacerda, idealizador do evento, vice-campeão mundial de windsurfe e que se dedica ao esporte há 42 anos.

Foto: Luiz Henrique –

Caribe brasileiro

Durante o evento as Regatas foram coroadas por dias ensolarados, ventos amigáveis, águas cristalinas e cenário paradisíaco que só a praia de Burgalhau consegue oferecer. Chamada pelos visitantes e competidores do “Caribe brasileiro”, Maragogi possui uma barreira de corais a 6 quilômetros da praia, fornecendo águas cristalinas e as mais limpas do litoral do Nordeste.  Além da beleza ímpar, a topografia plana e o oceano aberto, favorecem a prática esportiva.

“Quando idealizei o Festival nessa praia fabulosa, não pensei apenas na competição em si, que é muito importante para cada velejador. Mas, minha principal motivação, era o sonho de reunir competidores das várias modalidades da vela, para competirem entre si e confraternizaram-se.  Todos velejam juntos e comemoram a amizade, a beleza da natureza, o amor pelo esporte aquático e acima de tudo, o compromisso com a preservação dos recursos naturais. Eu conheci 20 países representando o Brasil na Vela. Posso garantir que o melhor país é o Brasil e o melhor local Maragogi, pois esse mar que Deus nos deu, tem uma beleza única”, comenta Lacerda.

Foto: Luiz Henrique – Pódio do Sul Americano Categoria Windsurf

Confira a lista dos vencedores por categoria:

Sul-americano Formula Windsurf: Andréa Volpini (italiano)

Brasileiro Formula Windsurf: Klayton

Fórmula Foil: Miguel Martinho

Brasileiro IQFoil – Mateus Isaac

Brasileiro IQFoli Feminino – Bruna Martinelli

Kite Foil– Gibran Hibrain Café

Kite Direcional – Yule Robert

Kite Bidirecional –  Adauto Marques

Receboard Lond Distance – Fernando Consorte (Argentino)

Slalon Long Distance – Josué Buarque

WingFoil – Dudu Mazzocato

Jangadas a Vela –  Almir Silva do Nascimento

Oceanos:

Fita azul: Phetixe V

RGS A: Phetixe V

Mocra Cruzeiro: Santosha

 Monotipos:

Laser: Roberto Barroca

Optimist: Catarina Gondim

Dingue: Mitre Moura e Felipe Mago – Veleiro Toinha

Hobie Cat: Ricardo Dubeux

Foto: Luiz Henrique – Pódio Brasileiro de IQ Foil – Bruna Martinelli primeiro lugar (feminino)

Importância do evento

Em sua segunda edição, o Festival de Velas de Maragogi, é resultado da iniciativa do esportista visionário e empresário local – Marcelo Lacerda – que trabalha para que a região se torne um grande polo do esporte no país. Além de ser um legítimo entusiasta e também praticamente da Vela, Marcelo também investe no turismo de Maragogi, atuando como defensor da natureza local e contando com o envolvimento da comunidade em todos os seus projetos. “Podemos ser sim a Capital da Vela, pois já está confirmada pela Prefeitura a terceira edição em 2024. O Festival foi criado para velejadores/competidores e para os Caiçaras. Depois que o Festival termina, a vida continua. E ela pode e deve ser próspera para a economia e sustentabilidade local. Meu legado é viabilizar esse futuro para a região”, finaliza.

Foto: Luiz Henrique –

Destaques

As categorias oficiais e olímpicas foram muito importantes. Mas é preciso destacar que o Festival também ofereceu prêmios especiais, em dinheiro, para os torneios de Futevôlei e Futmesa escolar e para o Tirador de Coco.  O evento garantiu a participação da comunidade ao criar o Espaço Sustentabilidade que recebeu alunos de escolas públicas e crianças que visitaram o local para várias atividades recreativas, incluindo educação socioambiental.

Organizado pela Associação Brasileira de Windsurf (ABWS), o Festival conta com o apoio da Costa dos Corais Convention & Visitors Bureau, da Prefeitura Municipal e Secretaria de Turismo de Alagoas e do Governo do Estado.

Instagram –  @festivaldevelas

Site –https://festivaldevelasmaragogi.com.br/

Informações para a Imprensa –  Mara Ribeiro – jornalista – 11 99221.5201

Dany Araújo –  jornalista –  21 96551.4360 –                                   30/11/2023

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JÁ LEU?

A ponte Rio Grande, que passa sobre o rio de mesmo nome, será totalmente interditada na noite desta quinta-feira (5/2), após apresentar trincas em um dos pilares da estrutura. A ponte liga a cidade de Conceição das Alagoas, em Minas Gerais, a Miguelópolis, no interior de São Paulo. O Departamento de Estradas de Rodagem (DER) de Minas Gerais já havia determinado que apenas veículos de até quatro toneladas poderiam circular pela ponte, mas, após uma nova vistoria, realizada nessa quarta-feira (4/2), o departamento determinou a interdição total. A ponte é considerada um importante elo de ligação entre a Rodovia MG-427 e o estado de São Paulo, garantindo acesso a municípios do interior paulista, como Barretos. Uma das opções de desvio para os motoristas que usam o trajeto é seguir pela MG-427 até a cidade de Planura, depois acessar a BR-364 – que passa a se chamar SP-326 quando muda de estado, seguir até Barretos e, de lá, continuar pela SP-25 até a cidade de Guaíra. Outra rota alternativa é pela MG-427, no sentido de Uberaba, depois seguir pela BR-050 até a cidade de Delta e, ao atravessar a divisa entre Minas Gerais e São Paulo, continuar pela SP-330 em direção a Ituverava e, de lá, acessar a SP-385 até Miguelópolis. Segundo profissionais envolvidos na análise da ponte, as dimensões das trincas identificadas “comprometem a segurança dos usuários”. “O DER-MG está em contato com o Departamento Rodoviário de São Paulo com o objetivo de viabilizar ações para recuperação da estrutura, possibilitando a retomada da circulação de veículos no local”, diz o comunicado. Não há previsão para a retomada do tráfego na via. Enquanto isso, o departamento de estradas mineiro orienta que os motoristas respeitem “rigorosamente” a interdição e a sinalização instalada no local.