por Cultura Infinda

Coletivo artístico fundado pelo poeta Diego Rbor com o bailarino Eri Sá faz história numa comunidade pouco falada quando o assunto é cultura: Taipas, periferia localizada na região noroeste da capital paulista e graças ao Coletive A Arte Liberta vem respirando mais amor e informação através da literatura, da dança, do teatro, e audiovisual.

Em novo projeto, o duo responsável por apresentar e dirigir saraus, oficinas e atividades empoderadoras para o desenvolvimento periférico vem formando um time de peso nessa entrega, como a produtora de audiovisual Cris Costa, de Pirituba; a fotógrafa Ingrid Souza, da Brasilândia; além de artistas, educadoras e agitadores de culturas viventes em Taipas e adjacências.

O coletivo LGBTQIAPN+ acessa o coração de todas as gerações apontando a natureza e as artes como principais ferramentas na evolução individual e social. Em bibliotecas públicas, escolas, praças e também via internet, A Arte Liberta promove e encoraja leituras diversas e performances que suplicam por liberdade e respeito à vida e ao fazer artístico.

No projeto “TAIPA: raiz antena” quem assina o figurino dos artistas é Emersão, CEO da poderosa CË, moda democrática, agênera e atemporal que veste tamanhos únicos.

Um coletivo com história desafiadora inspira comunidades a atravessarem dias e noites num tempo onde muito se descarta, e Diego, Eri e toda equipe de apoio desenham uma Taipas bem diferente da realidade de outrora. Apoiados pelo Programa VAI, incentivadores de ações importantes nas periferias paulistanas, centenas de pessoas prestigiaram o trabalho da Coletive em 2024.

Parcerias assim destacam a visão autêntica e panorâmica que a Coletive A Arte Liberta aprendeu a obter para permanecer.

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