O acesso à informação nos possibilitou conhecer melhor a geografia da cidade. Antigamente São Paulo se bastava à norte, sul, leste e oeste, excluindo os fundões, suas pequenas, porém, importantes adjacências consideradas distantes pela precariedade de transporte e acessibilidades.

 

O exemplo disso é a independência do território noroeste da capital, onde situa-se Vitória-Régia, Elisa Maria, Panamericano, Jd. Brasília, Canta Galo, Jd. Damasceno e Jd. Paulistano, localizados em Taipas.

 

Com 45 anos de existência, Taipas já tem muitas histórias para contar, histórias que a Coletive A Arte Liberta está produzindo por meio do documentário “TAIPA: raiz antena” com estreia marcada para o dia 4 de julho na Biblioteca Pública Erico Verissimo, envolvendo referências artísticas do bairro, como Alma Luz Adélia, Danielle Percinoto e Milton Felipe, entre outras pessoas. Com 8 anos de resistência, o grupo nasceu na mesma biblioteca onde será exibido o doc, fazendo artes integradas para toda a população local.

 

Serviço: 
TAIPA: raiz antena
04/07 na Biblioteca Pública Erico Verissimo – 15h
09/07 na Ocupação Cultural A.M.E – 20h
10/07 no CCA Pq. Taipas – 9h

Ficha Técnica:

concepção: Coletive A Arte Liberta

direção: Diego Rbor

direção de vídeo e finalização: Cris Costa

artistas e pedagogas convidadas: Maria José, Niggaman, Alessandra Reis, Danielle Percinoto, Vanice Deise, Milton Felipe, Maria Ednalva, Amanda Reis, Jéssica Rosa, Fernanda Vasconcelos, Ivania Davi, Alma Luz Adélia, Mafê e Márcia Panda

dança: Alma Luz Adélia e Eri Sá

trilha sonora: Loop B

ilustração: Auá Mendes

drone: Marcelo Souza

apoio: Biblioteca Pública Erico Verissimo, Ocupação Cultural A.M.E., Oficina Cultural Maestro Juan Serrano e CEU Taipas

produção geral: Eri Sá

realização: Coletive A Arte Liberta, Programa VAI e SMC

 

 

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JÁ LEU?

A ponte Rio Grande, que passa sobre o rio de mesmo nome, será totalmente interditada na noite desta quinta-feira (5/2), após apresentar trincas em um dos pilares da estrutura. A ponte liga a cidade de Conceição das Alagoas, em Minas Gerais, a Miguelópolis, no interior de São Paulo. O Departamento de Estradas de Rodagem (DER) de Minas Gerais já havia determinado que apenas veículos de até quatro toneladas poderiam circular pela ponte, mas, após uma nova vistoria, realizada nessa quarta-feira (4/2), o departamento determinou a interdição total. A ponte é considerada um importante elo de ligação entre a Rodovia MG-427 e o estado de São Paulo, garantindo acesso a municípios do interior paulista, como Barretos. Uma das opções de desvio para os motoristas que usam o trajeto é seguir pela MG-427 até a cidade de Planura, depois acessar a BR-364 – que passa a se chamar SP-326 quando muda de estado, seguir até Barretos e, de lá, continuar pela SP-25 até a cidade de Guaíra. Outra rota alternativa é pela MG-427, no sentido de Uberaba, depois seguir pela BR-050 até a cidade de Delta e, ao atravessar a divisa entre Minas Gerais e São Paulo, continuar pela SP-330 em direção a Ituverava e, de lá, acessar a SP-385 até Miguelópolis. Segundo profissionais envolvidos na análise da ponte, as dimensões das trincas identificadas “comprometem a segurança dos usuários”. “O DER-MG está em contato com o Departamento Rodoviário de São Paulo com o objetivo de viabilizar ações para recuperação da estrutura, possibilitando a retomada da circulação de veículos no local”, diz o comunicado. Não há previsão para a retomada do tráfego na via. Enquanto isso, o departamento de estradas mineiro orienta que os motoristas respeitem “rigorosamente” a interdição e a sinalização instalada no local.