Victor Biglione faz tributo a The Who e Led Zeppelin, com orquestra de violoncelos, nesta sexta,16, e domingo,18, na Sala Cecilia Meireles

Em formato acústico (violão, baixo acústico e bateria), guitarrista se apresenta no Rio Cello Encounter nos mesmos dias em que também participam a OSB e grandes solistas, como Colin Carr, e as sopranos Marilia Vargas e Marina Considera

victor biglione trio – creditos Nem Queiroz

            Comemorando seus 25 anos de existência, o maior festival de violoncelos do país encerra sua programação do ano no próximo dia 19, não deixando também de homenagear o rock e suas vertentes. Nesta sexta, dia 16, o guitarrista Victor Biglione sobe ao palco da Sala Cecília Meireles, às 20h, com o Rio Cello Ensemble e acompanhado por Jorge Pescara (baixo) e Fábio Cezanne (bateria), apresentando o seu Tributo ao The Who, executando trechos da clássica ópera TOMMY. No mesmo dia, também se apresentam o grupo alemão de música eletrônica Aggregat, pela primeira vez no Brasil, e o Cello Jazz, com Gunther Tiedemann (cello).  No domingo, dia 18, às 11h, o guitarrista e seu trio retornam ao mesmo palco para apresentar, também com o Rio Cello Ensemble, o Tributo a Led Zeppelin, inédito. No mesmo dia, o Rio Cello irá promover o “Violonsalada”, homenageando também Bach e Villa-Lobos, com os cellos da Orquestra Sinfônica Brasileira e grandes solistas, com Colin Carr e as sopranos  Marilia Vargas e Marina Considera.

victorbiglione016 – foto carlos vaz

RIO CELLO

Radicado e apaixonado pelo Brasil há 35 anos, o violoncelista David Chew, fundador do festival, mantém firme seu propósito de popularização da música clássica e de homenagear o maestro Villa-Lobos, sua maior inspiração.“Nossa intenção é levar o poder de transformação social da música a espaços públicos e comunidades. No início, era um encontro de violoncelistas, mas o projeto cresceu e hoje recebe diversos instrumentos e múltiplas linguagens artísticas. Desta forma, o festival alcança seu principal objetivo que é incluir a música na vida diária de todas as pessoas”, declara o músico. Em 25 anos, o festival já comprovou o seu sucesso, com recordes de público em eventos de música clássica no Brasil. Os números impressionam: 550 mil espectadores, 12 mil músicos, 900 concertos, 650 horas de workshops e masterclasses. Ao longo de sua extensa trajetória, o Rio Cello consolidou-se como uma grande plataforma multicultural no qual música, dança, poesia, artes plásticas e cinema que integram um evento de grande sofisticação artística e responsabilidade social.

SERVIÇO:

16 de Agosto (6ª feira), 20h –  Sala Cecília Meirelles

Música Eletrônica

Aggregat

Daniel Sorour _ cello elétrico

 

Cello Jazz

Gunther Tiedemann cello

 

Rock n´ Cello

Victor Biglione Trio

V.Biglione _ arranjos e Guitarra; Jorge Pescara _ baixo ; Fabio Cezanne _ bateria)

Rio Cello Ensemble

18 de Agosto (domingo) 11h –  Sala Cecília Meirelles

Violonsalada – BACH-VILLA-LOBOS-LED ZEPPELIN

Colin Carr _ cello

Marina Considera _ soprano

Marília Vargas _ soprano

Victor Biglione trio (V.Biglione _ arranjos e Guitarra; Jorge Pescara – baixo ; Fabio Cezanne – bateria)

Rio Cello Ensemble

Sala Cecília Meirelles* _ Rua da Lapa, 47 – Centro

Ingressos: R$40,00 (inteira) / R$20,00 (meia-entrada)

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JÁ LEU?

A ponte Rio Grande, que passa sobre o rio de mesmo nome, será totalmente interditada na noite desta quinta-feira (5/2), após apresentar trincas em um dos pilares da estrutura. A ponte liga a cidade de Conceição das Alagoas, em Minas Gerais, a Miguelópolis, no interior de São Paulo. O Departamento de Estradas de Rodagem (DER) de Minas Gerais já havia determinado que apenas veículos de até quatro toneladas poderiam circular pela ponte, mas, após uma nova vistoria, realizada nessa quarta-feira (4/2), o departamento determinou a interdição total. A ponte é considerada um importante elo de ligação entre a Rodovia MG-427 e o estado de São Paulo, garantindo acesso a municípios do interior paulista, como Barretos. Uma das opções de desvio para os motoristas que usam o trajeto é seguir pela MG-427 até a cidade de Planura, depois acessar a BR-364 – que passa a se chamar SP-326 quando muda de estado, seguir até Barretos e, de lá, continuar pela SP-25 até a cidade de Guaíra. Outra rota alternativa é pela MG-427, no sentido de Uberaba, depois seguir pela BR-050 até a cidade de Delta e, ao atravessar a divisa entre Minas Gerais e São Paulo, continuar pela SP-330 em direção a Ituverava e, de lá, acessar a SP-385 até Miguelópolis. Segundo profissionais envolvidos na análise da ponte, as dimensões das trincas identificadas “comprometem a segurança dos usuários”. “O DER-MG está em contato com o Departamento Rodoviário de São Paulo com o objetivo de viabilizar ações para recuperação da estrutura, possibilitando a retomada da circulação de veículos no local”, diz o comunicado. Não há previsão para a retomada do tráfego na via. Enquanto isso, o departamento de estradas mineiro orienta que os motoristas respeitem “rigorosamente” a interdição e a sinalização instalada no local.