Segredo de Estado: O Presidente Morreu?

O livro “O Presidente que Morreu”, do autor Felipe de Caux, narra uma história com aspectos de realismo fantástico, recheada de suspense, intrigas, humor e jogos políticos que, apesar de fictícios e retrógrados, são globalmente atuais. Se você acha que está preparado, mergulhe nesta incrível história!

Sinopse:
Surpreendido com a inesperada notícia, Alberto decide manter a morte súbita do presidente em segredo de estado, até elaborar um plano para manter o atual governo ditatorial em ato. Sustentado pela imagem do falecido, ele precisa cuidadosamente jogar com as peças da máquina política que domina o governo. Para manter o segredo, conta com a participação de Jeremias, segurança fiel do presidente. Mas o que não estava nos planos acontece: o cadáver do presidente sai do roteiro e desaparece. Enquanto procuram pelo corpo, o movimento que há anos luta contra a ditadura cresce e ameaça o atual governo. De um modo quase zombeteiro, o cadáver do presidente perambula pela cidade.

Mostrando um pouco do que podemos esperar no livro, o autor nos diverte contando um pouco sobre si:
Nascido, por falta de opções melhores, no terceiro planeta do sistema solar, especificamente nas coordenadas 19° 55′ S 43° 56’ O, é um sobrevivente dos anos 80 e 90 com apenas leves sequelas psicológicas. Cresceu embalado por grandes escritores e sonhou em um dia se tornar um, mas, apesar disso, acabou tornando-se médico. Cursou faculdade em Cuba e, após a formatura, movido por um saudosismo ordinário, retornou ao Brasil, onde se especializou e trabalhou por uma década, e, nas horas vagas, viveu. Ávido por aventuras e por não encontrar carona para outro planeta, fez o caminho inverso dos seus ancestrais e mudou-se para a Alemanha. Nesse período, Felipe finalmente sentou-se pela primeira vez e escreveu o livro “O Presidente Morreu”.

 

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JÁ LEU?

A ponte Rio Grande, que passa sobre o rio de mesmo nome, será totalmente interditada na noite desta quinta-feira (5/2), após apresentar trincas em um dos pilares da estrutura. A ponte liga a cidade de Conceição das Alagoas, em Minas Gerais, a Miguelópolis, no interior de São Paulo. O Departamento de Estradas de Rodagem (DER) de Minas Gerais já havia determinado que apenas veículos de até quatro toneladas poderiam circular pela ponte, mas, após uma nova vistoria, realizada nessa quarta-feira (4/2), o departamento determinou a interdição total. A ponte é considerada um importante elo de ligação entre a Rodovia MG-427 e o estado de São Paulo, garantindo acesso a municípios do interior paulista, como Barretos. Uma das opções de desvio para os motoristas que usam o trajeto é seguir pela MG-427 até a cidade de Planura, depois acessar a BR-364 – que passa a se chamar SP-326 quando muda de estado, seguir até Barretos e, de lá, continuar pela SP-25 até a cidade de Guaíra. Outra rota alternativa é pela MG-427, no sentido de Uberaba, depois seguir pela BR-050 até a cidade de Delta e, ao atravessar a divisa entre Minas Gerais e São Paulo, continuar pela SP-330 em direção a Ituverava e, de lá, acessar a SP-385 até Miguelópolis. Segundo profissionais envolvidos na análise da ponte, as dimensões das trincas identificadas “comprometem a segurança dos usuários”. “O DER-MG está em contato com o Departamento Rodoviário de São Paulo com o objetivo de viabilizar ações para recuperação da estrutura, possibilitando a retomada da circulação de veículos no local”, diz o comunicado. Não há previsão para a retomada do tráfego na via. Enquanto isso, o departamento de estradas mineiro orienta que os motoristas respeitem “rigorosamente” a interdição e a sinalização instalada no local.