O produtor cultural João Luiz Azevedo orgulhosamente apresenta o show musical VIVA JOÃO GILBERTO!: TRIBUTO AO JOÃO GILBERTO com o grupo RIO BOSSA GROOVEformado por Gustavo Martins (violão e voz), Heitor Pitombo (baixo e voz), Cleto Paiva (bateria) e Marcello Guimarães (piano), na Sala Municipal Baden Powell (Av. Nossa Senhora de Copacabana 360) em única apresentação, no dia 16 de agosto/2019, sexta feira, as 18h, com ingressos ao preço de R$ 40,00 /  R$ 20,00 (meia para estudantes, jovens até 21 anos e acima de 60 anos).

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Nesse show, o RIO BOSSA GROOVE, não só resgatará alguns dos maiores clássicos gravados por João Gilberto, como também trará, na íntegra, o track list do LP Chega de Saudade. São eles:

“Chega de Saudade” (Antônio Carlos Jobim / Vinicius de Moraes), “Lobo Bobo” (Carlos Lyra / Ronaldo Bôscoli), “Brigas, Nunca Mais” (Antônio Carlos Jobim / Vinicius de Moraes), “Hô-bá-lá-lá” (  João Gilberto), “Saudade Fez um Samba” (Carlos Lyra / Ronaldo Bôscoli), “Maria Ninguém” (Carlos Lyra), “Desafinado” (Newton Mendonça / Antonio Carlos Jobim), “Rosa Morena” (Dorival Caymmi),  “Morena Boca de Ouro” (Ary Barroso), “Bim Bom”   (João Gilberto), “Aos Pés da Cruz” (Marino Pinto / Zé da Zilda) e  “É Luxo Só” (Ary Barroso / Luiz Peixoto) …  Garantia de sucesso!

Foi em 1959 que o violão e a voz de João Gilberto ganharam pela primeira vez os sulcos de um LP solo. Depois do lançamento, no ano anterior, do antológico 78 rotações com as canções “Chega de Saudade” e “Bim Bom”,  o LP Chega de Saudade consolidou a força do movimento que viria a ser chamado posteriormente de Bossa Nova e o talento do intérprete, que serviu de referência para 10 entre 10 nomes de nossa música surgidos não só pouco depois como nas décadas seguintes.

Tamanho legado continua merecendo todas as reverências, ainda mais depois que João deixou este plano de existência no último dia 6 de julho, rumo à eternidade.

Criado em 2015, o RIO BOSSA GROOVE é formado pelos músicos Gustavo Martins (violão e voz), Heitor Pitombo (baixo e voz), Cleto Paiva (bateria) e Marcello Guimarães (piano).

Seu som tem o groove e o balanço típicos da nossa música, a riqueza e a sofisticação da bossa nova e de toda a música popular que veio na esteira desse movimento, além do mais puro espírito carioca para embalar com gosto o pacote. Em seus pouco mais de três anos de vida, o RBG vem fazendo shows pela cidade com bastante freqüência, com destaque para os inúmeros tributos a astros como Chico Buarque, Gonzaguinha, João Bosco, Dorival Caymmi, Elis Regina, Caetano Veloso, Gilberto Gil e Tom Jobim, entre outros. Nessas apresentações, sempre concorridas, o grupo tem pinçado pérolas desses artistas, entre sucessos e canções improváveis, que só fazem engordar o seu imenso repertório. Há um ano, o RIO BOSSA GROOVE toca semanalmente, todos os sábados, no templo carioca da Bossa Nova, o Beco das Garrafas.

TRIBUTO AO JOÃO GILBERTO

Com o grupo Rio Bossa Groove formado pelos músicos Gustavo Martins (violão e voz), Heitor Pitombo (baixo e voz), Cleto Paiva (bateria) e Marcello Guimarães (piano).

Produção, Assessoria de Imprensa e Marketing: João Luiz Azevedo

  • Sala Municipal Baden Powell
  • Av. Nossa Senhora de Copacabana 360
  •  Dia 16 de Agosto/2019.
  • Sexta Feira 18h
  • Preço dos Ingressos: R$ 40,00 / R$ 20,00 (meia para estudantes, jovens até 21 anos e maiores que 60 anos)
  • Livre para todas as idades
  • Duração: 60 minutos.

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JÁ LEU?

A ponte Rio Grande, que passa sobre o rio de mesmo nome, será totalmente interditada na noite desta quinta-feira (5/2), após apresentar trincas em um dos pilares da estrutura. A ponte liga a cidade de Conceição das Alagoas, em Minas Gerais, a Miguelópolis, no interior de São Paulo. O Departamento de Estradas de Rodagem (DER) de Minas Gerais já havia determinado que apenas veículos de até quatro toneladas poderiam circular pela ponte, mas, após uma nova vistoria, realizada nessa quarta-feira (4/2), o departamento determinou a interdição total. A ponte é considerada um importante elo de ligação entre a Rodovia MG-427 e o estado de São Paulo, garantindo acesso a municípios do interior paulista, como Barretos. Uma das opções de desvio para os motoristas que usam o trajeto é seguir pela MG-427 até a cidade de Planura, depois acessar a BR-364 – que passa a se chamar SP-326 quando muda de estado, seguir até Barretos e, de lá, continuar pela SP-25 até a cidade de Guaíra. Outra rota alternativa é pela MG-427, no sentido de Uberaba, depois seguir pela BR-050 até a cidade de Delta e, ao atravessar a divisa entre Minas Gerais e São Paulo, continuar pela SP-330 em direção a Ituverava e, de lá, acessar a SP-385 até Miguelópolis. Segundo profissionais envolvidos na análise da ponte, as dimensões das trincas identificadas “comprometem a segurança dos usuários”. “O DER-MG está em contato com o Departamento Rodoviário de São Paulo com o objetivo de viabilizar ações para recuperação da estrutura, possibilitando a retomada da circulação de veículos no local”, diz o comunicado. Não há previsão para a retomada do tráfego na via. Enquanto isso, o departamento de estradas mineiro orienta que os motoristas respeitem “rigorosamente” a interdição e a sinalização instalada no local.